sábado, 16 de janeiro de 2010
"sentir primeiro, pensar depois
perdoar primeiro, julgar depois
amar primeiro, educar depois
esquecer primeiro, aprender depois
libertar primeiro, ensinar depois
alimentar primeiro, cantar depois
possuir primeiro, contemplar depois
agir primeiro, julgar depois
navegar primeiro, aportar depois
viver primeiro, morrer depois"
Mário Quintana
perdoar primeiro, julgar depois
amar primeiro, educar depois
esquecer primeiro, aprender depois
libertar primeiro, ensinar depois
alimentar primeiro, cantar depois
possuir primeiro, contemplar depois
agir primeiro, julgar depois
navegar primeiro, aportar depois
viver primeiro, morrer depois"
Mário Quintana
"eu quis tanto ser a tua paz, quis tanto que você fosse o meu encontro. quis tanto dar, tanto receber. quis precisar, sem exigências. e sem solicitações, aceitar o que me era dado. sem ir além, compreende? não queria pedir mais do que você tinha, assim como eu não daria mais do que dispunha, por limitação humana. mas o que tinha, era seu."
Caio Fernando Abreu.
Caio Fernando Abreu.
você nunca vai saber
quanto custa uma saudade
o peso agudo no peito
de carregar uma cidade
pelo lado de dentro
como fazer de um verso
um objeto sujeito
como passar do presente
para o pretérito perfeito
nunca saber direito
você nunca vai saber
o que vem depois de sábado
quem sabe um século
muito mais lindo e mais sábio
quem sabe apenas
mais um domingo
você nunca vai saber
e isso é sabedoria
nada que valha a pena
a passagem pra pasárgada
xanadu ou shangrilá
quem sabe a chave
de um poema
e olha lá
quanto custa uma saudade
o peso agudo no peito
de carregar uma cidade
pelo lado de dentro
como fazer de um verso
um objeto sujeito
como passar do presente
para o pretérito perfeito
nunca saber direito
você nunca vai saber
o que vem depois de sábado
quem sabe um século
muito mais lindo e mais sábio
quem sabe apenas
mais um domingo
você nunca vai saber
e isso é sabedoria
nada que valha a pena
a passagem pra pasárgada
xanadu ou shangrilá
quem sabe a chave
de um poema
e olha lá
domingo, 27 de dezembro de 2009
lanterna dos afogados
Quando tá escuro
E ninguém te ouve
Quando chega a noite
E você pode chorar
Há uma luz no túnel Dos desesperados
Há um cais de porto
Pra quem precisa chegar
Eu estou na lanterna dos afogados
Eu estou te esperando
Vê se não vai demorar
Uma noite longa
Pra uma vida curta
Mas já não me importa
Basta poder te ajudar
E são tantas marcas
Que já fazem parte
Do que eu sou agora
Mas ainda sei me virar
Eu tô na lanterna dos afogados
Eu tô te esperando
Vê se não vai demorar
me arrepio toda.
E ninguém te ouve
Quando chega a noite
E você pode chorar
Há uma luz no túnel Dos desesperados
Há um cais de porto
Pra quem precisa chegar
Eu estou na lanterna dos afogados
Eu estou te esperando
Vê se não vai demorar
Uma noite longa
Pra uma vida curta
Mas já não me importa
Basta poder te ajudar
E são tantas marcas
Que já fazem parte
Do que eu sou agora
Mas ainda sei me virar
Eu tô na lanterna dos afogados
Eu tô te esperando
Vê se não vai demorar
me arrepio toda.
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