segunda-feira, 30 de novembro de 2009
terça-feira, 24 de novembro de 2009
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
realidade
"Nós enxergamos tudo num espelho, obscuramente. Ás vezes conseguimos espiar através do espelho e ter uma visão de como são as coisas do outro lado. Se conseguíssemos polir mais esse espelho, veríamos muito mais coisas. Porém, não enxergaríamos mais a nós mesmos."
o homem sincero
"Sim, escrevi porque gostaria que sua memória de nós dois fosse dominada pelas lembranças não do nosso fracasso, do nosso desencontro sem volta, do nosso final miserável. E sim pelas lembranças dos dias em que acreditávamos. Os dias em que erradamente acreditávamos em nós mesmos foram ensolarados. Éramos cegos de realidade e no entanto achávamos ver para nós um futuro como de conto de fadas."
domingo, 22 de novembro de 2009
uma gota de sangue perdida no sonho
Um verso livre
é como uma estrela cadente
que assalta no céu
um clarão de luz...
Instantânea a rima livre
Evapora-se
E o poeta liberto
Insire seu corpo
em mais uma brisa
Que o céu consente:
Torna-se a estrela cadente
O fecho da nuvem
A lua, o sol que recua.
Uma gota de sangue achada no sonho.
Luciano Fauvel
é como uma estrela cadente
que assalta no céu
um clarão de luz...
Instantânea a rima livre
Evapora-se
E o poeta liberto
Insire seu corpo
em mais uma brisa
Que o céu consente:
Torna-se a estrela cadente
O fecho da nuvem
A lua, o sol que recua.
Uma gota de sangue achada no sonho.
Luciano Fauvel
sensação
monólogo
O dia e a noite: desfecho universal
As vidas nos dias e nas noites
Nas atitudes as concepções
das sinceriedades humanas
Luciano Fauvel
As vidas nos dias e nas noites
Nas atitudes as concepções
das sinceriedades humanas
Luciano Fauvel
definição
Chama-se poeta aquele que caminha vago
E vago chora; procura sempre algo
E sempre nada tem, pois é poeta porque chora
E vago chora; procura sempre algo
E sempre nada tem, pois é poeta porque chora
desejo
Quando dois homens sentirem vontade de chorar, um deles irá rir.
Mas nada de fatal, pois o homen é assim mesmo: um de frente para o outro!
Luciano Fauvel
Mas nada de fatal, pois o homen é assim mesmo: um de frente para o outro!
Luciano Fauvel
sentido
Cecília ergueu os olhos.
- Fico pensando... Do que será que a gente é feito, que a gente precisa dormir?
- É uma maneira de descansar. Algumas pessoas acham que também precisamos sonhar.
- Por quê?
A mãe respirou fundo.
- Não sei.
- Mas acho que sei a resposta.
- É mesmo?
- Acho que é porque precisamos viajar bem longe nos nossos sonhos.
- Você pensa muita coisa estranha, Cecília.
- Há tanta gente que sofre tanto que talvez eles morressem de tanto sofrer se não tivessem também uns sonhos bons no meio da tristeza.
Através do Espelho - Jostein Gaarder
- Fico pensando... Do que será que a gente é feito, que a gente precisa dormir?
- É uma maneira de descansar. Algumas pessoas acham que também precisamos sonhar.
- Por quê?
A mãe respirou fundo.
- Não sei.
- Mas acho que sei a resposta.
- É mesmo?
- Acho que é porque precisamos viajar bem longe nos nossos sonhos.
- Você pensa muita coisa estranha, Cecília.
- Há tanta gente que sofre tanto que talvez eles morressem de tanto sofrer se não tivessem também uns sonhos bons no meio da tristeza.
Através do Espelho - Jostein Gaarder
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