Um verso livre
é como uma estrela cadente
que assalta no céu
um clarão de luz...
Instantânea a rima livre
Evapora-se
E o poeta liberto
Insire seu corpo
em mais uma brisa
Que o céu consente:
Torna-se a estrela cadente
O fecho da nuvem
A lua, o sol que recua.
Uma gota de sangue achada no sonho.
Luciano Fauvel
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário